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Estudo comprova a inteligência dos ursos
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terça-feira, 10 de julho de 2012

Fotógrafo conta a história de cães abandonados condenados à morte

Por Tassanee Vejpongsa (Care2)
Tradução: Patrícia Tai (da Redação)
Foto: Tou Chih-kang

O fotógrafo Tou Chih-kang coloca cuidadosamente um pequeno filhote sem raça definida em uma plataforma improvisada em um abrigo animal no norte de Taiwan. O cão parece ter dois meses de idade, com olhos alertas e confiantes, e um pelo marrom brilhante.

Tou Chih-kang captura expressões, personalidade. Ele cria o tipo de fotos que qualquer tutor gostaria de ter. Esse filhote não tinha tutor e nunca terá um. Uma vez que essa foto foi tirada, ele foi levado embora por veterinários para ser eutanasiado.

Tou tem registrado os últimos momentos de cães no abrigo de Taoyuan, de Taiwan, há dois anos. Ele fotografou cerca de 400 cães, na maior parte abandonados pelos seus próprios tutores. Para ele o trabalho é emocionalmente desgastante, mas ele está tentando espalhar uma mensagem de responsabilidade.

“Eu acredito que as coisas não devem ser ditas, mas sim sentidas”, disse Tou, um homem de 37 anos de idade e um ar de calma confiança. “E eu espero que essas imagens venham despertar as pessoas para contemplarem e sentirem por essas vidas infelizes, e entenderem a desumanidade da nossa sociedade para com eles”.

“Eu me considero um veículo e procuro fazer com que, através da minha fotografia, mais pessoas estejam cientes desse problema”, diz ele. “Eu acho que é o meu papel”.

Veja mais imagens acessando a galeria de fotos. Aqui

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ursos negros são excluídos de lista de espécies ameaçadas

Por Patrícia Tai (da Redação)
Foto : Associated Press

Após 38 anos sob proteção do Estado, o urso negro da Flórida, nos EUA, entrou para uma lista de mais de 60 animais que foram removidos da lista de espécies ameaçadas de extinção. As informações são da Huffington Post.

A Comissão de Pesca e Vida Selvagem da Florida (FWC) votou com unanimidade pela exclusão da espécie da lista, alegando que esta espécie recuperou uma população saúdavel e que não está mais em perigo. Sete unidades de gerenciamento dos ursos negros continuarão a monitorar os animais.

“A população de ursos negros da Flórida está prosperando. Essa é uma história de sucesso, mas ainda temos muito a fazer em termos de educar as pessoas”, disse a presidente da Comissão, Kathy Barco, em um comunicado.

De acordo com a revisão do Censo Biológico de 2011 da FWC, a população do urso negro passou de um número de 300 em 1970 para mais de 3.000, atualmente. A maioria vive na Floresta Nacional de Ocala.

No entanto, a informação da Comissão foi recebida com oposição pelos defensores da vida selvagem. 

Matthew Schwartz, diretor-executivo da Associação de Terras Selvagens do Sul da Florida, foi um dos muitos que manifestaram receio de que o urso negro esteja em perigo devido à perda de habitat.

“Eu não estou feliz”, ele disse à equipe do Huffington Post de Miami. “Eu pensei que pelo menos um membro da Comissão fosse perceber a lógica de manter a espécie na lista”. Nas projeções da própria FWC, o urso negro da Flórida perderá 9300 quilômetros quadrados de habitat até 2060. Também, os animais terão apenas 18% do espaço que já tiveram, o que levará a uma contínua aparição de ursos nas vizinhanças urbanas da Flórida.

O novo plano da Comissão para o urso tem um grande foco em manter o seu habitat. Contudo, Schwartz considera que eles não fizeram isso pelos ursos negros mesmo quando os mesmos estavam na lista de espécies ameaçadas.

“Eles têm ficado nos bastidores na medida em que a demanda pelo progresso invadiu o habitat dos ursos”, disse ele. “Habitat, uma vez que foi tomado, não volta. Uma vez que se perdeu, não se pode voltar atrás no tempo”.

“Nós vamos ver se eles tomarão esta responsabilidade de proteger esses locais e se irão realmente se envolver com a proposta”, acrescentou Schwartz.

AmoAnimais83


sábado, 30 de junho de 2012

Fotógrafo retrata sofrimento animal sob novo ângul


Por Patrícia Tai (da Redação)

"O preço dos avanços modernos" - Foto: Nick Wickstrom
Há incontáveis estudos que provam que os animais são inteligentes, têm emoções e sentem dor. Há ainda uma correlação direta entre abuso animal, violência doméstica e outros crimes. Ainda assim, o abuso aos animais continua amplamente sem punições.
"O céu é o limite?" - Foto: Nick Wickstrom
O fotógrafo Nicolas Wickstrom tentou trazer o lado obscuro da crueldade animal ao substituir os animais por pessoas em situações que envolvem maus-tratos, exploração ou tortura de animais.
"Melhores amigos do homem ou escravos?" - Foto: Nick Wickstrom
Wickstrom explica o seu foco: “Eu procuro inspirar mais pessoas a verem o horror que está acontecendo e se sentirem impelidas a fazer algo, qualquer coisa, para consertar isso”.
"As coisas podem ficar ainda piores?" (derramamento de óleo e focas) - Foto: Nick Wickstrom
"A caça não tem fronteiras" - Foto: Nick Wickstrom
Você também pode conferir a galeria no site de Nicolas Wickstron

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Homem que torturou seu cão até a morte é condenado à prisão na Suécia

O mundo Começa a Mudar, está na hora de todos lutarem contra os maus tratos aos animais.
Gupo AmoAnimais83.

Por Bethania Maggi Balielo (da Redação – Suécia)
Foto: Reprodução/ Djurskyddet Sverige

Na Suécia, um homem de 22 anos que abusou e torturou até a morte o seu cachorro Shiva foi condenado à prisão por um ano e três meses.

Shiva Pup foi submetido por um período de dois meses a longos espancamentos e grave tortura. Segundo informações da Organização Sueca de Proteção aos Animais Djurskyddet Sverige, o homem confessou que, em várias ocasiões, chegou a pendurar o cão em um gancho. Finalmente, ele sufocou o cão com um saco plástico. De acordo com o acórdão do Tribunal de Södertörn, o cão morreu de forma muito angustiante.

Ontem, a Corte de Apelação do Tribunal pronunciou a sentença de prisão considerada a mais longa registrada ao longo da história do Tribunal.

- É a primeira vez que uma sentença tão longa para um crime de crueldade contra os animais é dada na Suécia, disse o promotor James Holmberg.

O homem alegou que as razões que o levaram a agir daquele modo foram de ordem psicológica. Ele estava se sentindo deprimido e zangado e acabou descarregando seus sentimentos no animal. Ele também disse que estava bravo porque o cão urinava e defecava dentro de casa. Contudo, ele também confirmou que não saía com o cão para que ele pudesse fazer suas necessidades.

Sven-Erik Alhem, perito e membro do conselho sueco de bem estar animal, diz estar muito satisfeito com a decisão do Tribunal. Na Suécia, a pena máxima para crimes de crueldade contra animais é de 2 anos.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Cão herói salva quatro gatinhos durante incêndio

Por Graziella Belliato (da Redação)

Leo, um caozinho adorável, arriscou sua vida para proteger quatro filhotes de gato de um incêndio na Austrália.

O incêndio aconteceu em uma casa, onde toda a família conseguiu escapar juntamente com outro de seus animais, exceto Leo, que se recusou a deixar o local para proteger os gatinhos.

Veja o vídeo:




As informações são da Panamericana Televisión.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Museu exibe última foto do cão Hachiko, que esperou 10 anos seu tutor por 10 anos em uma estação de trem

Que deu Horigem ao Filme Sempre ao seu Lado, Muito Lindo a Historia.

Por Patrícia Tai (da Redação)
A tutora Yaeko Ueno, a quarta à direita na primeira fileira, e funcionários da estação de Shibuya rezam pela alma de “Chuken Hachiko” (o leal cão Hachiko), em Tóquio, no dia 8 de Março de 1935. (Foto cedida pelo Shibuya Folk and Literary Shirane Memorial Museum)


Agora, um museu em Tóquio está apresentando a exposição de uma fotografia tirada imediatamente após a morte de Hachiko, em 1935. As informações são do jornal The Asahi Shimbun.

Medindo 12 x 16 centímetros, a fotografia pode ser vista até 22 de julho no Museu Memorial de Literatura, em Shibuya Ward, como parte da “Shin Shuzo Shiryoten” (Exposição de materiais recém armazenados).

Conforme a história conta, o cão, cujo nome era Hachi, esperava o seu tutor Hidesaburo Ueno, professor de agronomia da Universidade de Tóquio, voltar do trabalho todos os dias. Hidesaburo faleceu e o cão continuou a esperá-lo na estação por dez anos após a sua morte.

De acordo com o museu, o ritual diário de Hachiko foi relatado pelo Jornal The Asahi Shimbun nos primeiros anos da década de 30. Conseqüentemente, Hachiko tornou-se sem dúvida o cão mais famoso do Japão.

Na manhã de 8 de março de 1935, Hachiko foi encontrado morto perto da estação de Shibuya. Seu corpo foi levado para a sala de bagagem da estação, que tinha sido um dos seus lugares favoritos. Uma foto do corpo de Hachiko foi logo tirada nesta sala e foi publicada no Jornal Yamato Shimbun no dia seguinte.

A foto mostra não só Hachiko, como também Yaeko, a viúva de Hidesaburo Ueno, e funcionários da estação.

Um dos membros da equipe, Yoshizo Osawa, deu a foto para sua filha mais velha, Nobue Yamauchi, hoje com 78 anos de idade. “Meu pai amava cães”, disse Yamaguchi. “Ele me disse que Hachi ía para a estação todos os dias e que eles dividiam suas marmitas com ele”.
Foto Reprodução

Uma estátua de bronze de Hachiko em frente a estação de Shibuya tornou-se um ponto de encontro para os turistas.

“As pessoas na foto estão orando pelo descanso da alma de Hachi”, disse Keita Matsui, o curador do Museu. “A partir da foto, nós podemos perceber o quanto ele foi amado naqueles dias”.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cachorra se recupera após ser atingida por golpe de facão

Por Natalia Cesana (da Redação)
Foto: Care 2

No dia 9 de maio, voluntárias do Playa Animal Rescue, instituição voltada para o resgate animal na cidade de Playa Del Carmen, México, estavam terminando suas funções no abrigo quando alguém bateu no portão. Ao abrir a porta, elas se depararam com uma mulher, os dois filhos e uma cadela que claramente havia sido golpeada com um facão.

Eles seguravam uma toalha na cabeça do animal, que mal conseguia ficar em pé. As voluntárias socorreram a cachorrinha, cujo nome era Fuerte, levando-a ao veterinário.

Na clínica, os veterinários ficaram indignados com o fato e agendaram uma cirurgia para a manhã seguinte.
Durante a operação, eles descobriram que o facão havia penetrado a pele, músculos e crânio, afetando algumas cavidades. Ninguém sabia afirmar o que aconteceria com Fuerte ou quais seriam as sequelas. Todos esperavam, porém, que o melhor acontecesse.

No dia seguinte à cirurgia, Fuerte já ficava de pé e comia. Sua recuperação foi surpreendente. Ainda um pouco receosa com estranhos, o que é muito compreensível, ela lentamente aprendeu a confiar nos voluntários do abrigo. Hoje ela está feliz, com muita energia e os responsáveis por ela estão ansiosos pelo dia em que ela possa encontrar um lar amoroso.

Sobreviver a esse ataque foi um milagre, mesmo que ninguém tenha sido acusado pelo ato nem tenha assumido a autoria.
RecadosAnimados.com